stark major
31.10.06

uninspired? here's exhibit "a"
labels: a ferros; my own private museum; voz; povo; lanche; menino e moço; junho; partir; amares (quem?); chegar; i could not be mistaken; c de cá dentro.


316 sharrow vale road


um blogue também é isto: portas, janelas, alguém por trás delas.

(e desinspirado; por ora, limitamo-nos a picar o ponto das leituras com - who else? - henry james, entre trabalho, exemplares do guardian e o som do vento ciclópico que sopra há dias nesta cidade do norte. prometemos mais desenvolvimentos em breve.)

27.9.06

em trânsito




21 gramas, o tanas -
a vida pesa trinta quilos de bagagem.

19.9.06

previously on stark major
que fizemos nos últimos meses? a título de registo póstumo, trabalhámos aqui; escrevemos muito e apenas por obrigação; lemos romances oitocentistas (our latest - or was it the first? - craze); concluímos a pós-graduação (yeay!).

enfim, findámos um ciclo aberto em setembro de dois mil e três - e que duraria decerto mais de três anos, não fora o golpe de asa (leia-se «demissão laboral») que nos permite, hoje, contarmos no calendário os nove dias que faltam para partirmos, durante seis meses, para um estágio em terras isabelinas.



(stark major @ gerês, junho de dois mil e seis)

a blog's revival, how regular

12.6.06


1.6.06





26.5.06

modern talking
dantes desfiava lembranças de conversas meio-lembradas, com cheiros de toques e olhares reais (ou não). hoje, percorro o disco rígido em busca dos logs daquele chat e repito em loop desnorteado aquelas palavras (sílaba a sílaba, incluindo vírgulas), revivendo compulsivamente mágoas, sorrisos e cansaços.

19.4.06

beautiful people
à apreciação do j..






(apenas mulheres. ironicamente, não me lembro de nenhum beautiful male writer com hipótese de sair da categoria transeunte do metropolitano. sugestões para a caixa postal.)

11.4.06

from «stark major's OST»


adenda: natal de dois mil. mesa da cozinha. algumas prendas e muito plástico transparente para rematar os embrulhos. henry miller (anaïs nin nos intervalos), como escape do chaucer da academia. dizias «nunca».


enquanto isso -
No, I do not weep at the world — I am too busy sharpening my oyster knife.





Zora Neale Hurston, How It Feels to Be Colored Me (1928).

31.3.06

que reparasse nas manchetes gordas penduradas nos quiosques e nos rodapés das televisões. que olhasse o quotidiano de frente e não passasse por ele a assobiar. e respondia-lhe assim, em jeito de justificação da sua conduta odiosa:

- lê os jornais. não fui eu que inventei o mundo.